cinco vezes bernadette lafont

A Nouvelle Vague é cheia de musas. De Anna Karina a Jeanne Moreau, Stéphane Audran a Jean Seberg, Brigitte Bardot a Françoise Dorleac, tem pra todos os gostos. Não foi à toa que alguns cineastas ali casaram com suas atrizes. Bernadette Lafont, minha favorita, pode não ser a mais citada, mas deixou sua encantadora presença em inúmeros filmes daquele momento do cinema francês. E mesmo quando não foi a protagonista, roubou a cena com sua figura libidinosa.

No papel da empregadinha safada de "Quem Matou Leda?" (1959), de Claude Chabrol. No ano seguinte, protagonizaria umas das obras-primas do diretor, "Entre Amigas".

Ménage à trois em "A Mãe e a Puta" (1973), de Jean Eustache. Aqui, Bernadette Lafont no auge da forma. Em termos coloquiais: muito gostosa.

"Noroît" (1976). Combinação perfeita. Uma gloriosa mulher sob a direção de Jacques Rivette.

Silenciosa e iluminada em "Le Révélateur" (1968), pequena jóia de Philippe Garrel.

Bernadette Lafont é o motor do adorável "Uma Jovem Tão Bela Como Eu" (1972). Uma das grandes atuações femininas num filme de Truffaut, o que não é pouca coisa.

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